meu amor, queres sinceridade? mexes e remexes cá dentro, tal e qual eu fazia em criança, com os meus inocentes brinquedos.. na realidade sou estúpidamente imbecil, mas, tu também o és, não tens culpa, a culpa é minha. existem alturas em que expludo, faço coisas de que, claramente me arrependo, mais cedo ou mais tarde, costuma ser mais cedo que tarde. chama-me o que quiseres, se necessário, okay, utiliza os vários nomes que existem no dicionário, se houver um erro eu não te corrigirei, tal como de costume.. estás no teu direito. hoje estou na corda bamba, e a culpa é tua, a culpa é minha. a culpa é dos dois: minha, por ser uma eterna anormal, que não sabe o que faz. tua porque, duma forma horrível.. esquece. meu querido, a tinta está a acabar, deixo-te umas últimas palavras:
- gosto de ti
- odeio-te - estou arrependida pelo hoje.
- desculpa, amo-te.
despeço-me, com amor,
sabrina.
fotografia por: sabrina castro
(isto foi escrito à muito tempo, mesmo assim, deveriam ser de alguma forma, as minhas últimas palavras c. agora já passou, e foi o último capitulo, daquele livro, agora escrevo outro, onde tu, não passas de um mero figurante)
agradeço todos os comentários pertinentes, que contribuirão para a minha evolução. de qualquer forma, um aviso para quem cá vier para simplesmente me tentar rebaixar, tudo que tenho para vos dar em troca é meu o silêncio, um sorriso irônico e desprezo.
Não me parece que consigas. Escreves demasiadamente bem (':
ResponderEliminarOutro grande exemplo disso!